Na correria do dia a dia, estamos nos esquecendo de nosso próximo. Estamos ficando egoístas, nos colocando em 1° lugar sempre e dando prioridade a causas próprias. Sim, somos as pessoas mais importantes de nossas vidas, e se não fizermos muito por nós, ninguém o fará. Tá certo, tô sendo muito radical. Muito provavelmente, pai e mãe farão. Mas acontece que não vivemos isolados em uma ilha, muito menos somos autossuficientes para conseguir sobreviver sozinhos no planeta. De alguma forma nessa necessidade, acabamos por absorver o que precisamos dos outros, mas nada damos em troca. Não tô falando de recompensa financeira, de dívidas eternas de gratidão e nada do tipo. Apenas, uma simples gentileza, um gesto de carinho, valem muito mais. Mas nos fechamos dentro de nosso cotidiano, em meio a tantos sentimentos ruins que os acontecimentos globais têm trazido para a humanidade. Esquecemos de praticar coisas simples, que deveriam fazer parte da nossa apostila de boa educação, iniciada em casa: cumprimentar as pessoas quando chegamos ou saímos de algum lugar, desejar um bom dia, segurar uma porta, carregar algumas sacolas, ajudar alguém perdido ou com problemas. Dar mais atenção aos outros, ser mais solidário, prestativo. Não vai fazer mal algum retardar 5 minutos do nosso tempo em função de alguém. Nem que seja para essa pessoa apenas se sentir bem com um simples gesto nosso. Não sou antiga, mas tenho alguns pensamentos antiquados. Nos 'velhos' tempos, não tão modernos, não tão evoluídos e não tão incentivador de independência e singularidade as pessoas eram mais educadas e faziam mais questão das relações interpessoais. Hoje, as relações mais prazerosas são com a TV, o rádio, a internet, o celular, os Ipeds, o carro e por aí vai... Fazia-se mais questão da cia humana. A presença da pessoa não era substituída por uma máquina ou a distância preenchida virtualmente. Era de fato! Com a crescente demanda de produtos e serviços para saciar carências e necessidades acabamos ficando individualistas e solitários. Grande parte da população nem pensa nisso às 16:20 da tarde de uma terça-feira, perto de um feriado prolongado. Mas eu lido e gosto de estar com pessoas. E noto que um simples sorriso, uma brincadeira, uma palavra, um elogio e uma gentileza transformam alguém, fazem toda a diferença, são determinantes até se a pessoa terá um bom ou mau dia. Infelizmente, gestos esses que estão sendo extintos. E, por isso, esse meu desabafo hoje. Eu sinto falta disso no trato comigo. E quando me pego sendo 'automática' demais, começo a me questionar. Porém, sou apenas um grão de areia no meio de um deserto. Não tenho a ilusão de que apenas eu com minhas convicções vou mudar o mundo ou fazer nascer uma flor. Mas, vou tentar!
Carioca adora puxar papo. Na orla da praia, dentro do ônibus, no bar com amigos, não importa. Assunto não falta e tem para todos os gostos. Fala com quem conhece e com quem nunca viu também. Aqui o que importa é falar! Falar bem, falar mal, do dia-a-dia, pessoal ou global. Com descontração vou passando por aqui, por ali, por mim, por você...
19 de abril de 2011
18 de abril de 2011
... Já chegou a Páscoa!
Credo... esse ano tá voando. Mal saímos do carnaval e já chegou a Páscoa! E o brasileiro adora... pq é mais um feriadão emendado. Este ano, por mal dos pecados, a quinta-feira santa caiu no dia do feriado de Tiradentes, rs. Matou um feriado a mais para nós trabalhadores cansados, rs. Mas não tem problema. Já comprei meus ovinhos e chocolates para distribuir para um povo muito seleto. Mesmo assim, quase fui a falência. Com o passar dos anos, a Páscoa ficou mais popular do que Natal e presentear é quase uma obrigação. Quando vai se aproximando do dia, é um tal de neguinho dizer: boa Páscoa, não esquece do meu bombom! Chocolate sempre foi caro, mas agora tá demais! Tá quase mais barato dar uma bicicleta, vídeo game, patins, brinquedos do tipo do que ovo grande. Exageros a parte, os ovos foram supervalorizados. E o que no final das contas era para ser simbólico, disso mesmo nada tem. Falta o comercial: Já é Páscoa na Líder Magazine!!!
Enfim... mesmo sendo carinho, adoro a data, não sei porque. Acho que todas aquelas imagens de coelhos que a mídia nos empurra todos os anos, acaba fazendo a data ficar meiga. Porque coelho é bichinho meigo. Pelo menos que eu saiba! rs... Tenho no armário uma infinidade de coelhos. Um mais fofo que o outro. Quando eu era pequena minha mãe me dava um coelho e um ovo td ano. na verdade, ficaria mais satisfeita se eu tivesse ganhado alguma vez um coelho de verdade, haha... mas na falta disso acontecer, me contentei com coelhos azuis, rosas, brancos, de vestidos, com cestas, com cenoura, sem cenoura, pequenos, médios e grandes. Hoje, coelho só no comercial e olhe lá.
Fico pensando hoje que se eu tiver capital, vou abrir uma franquia da Cacau Show. Não vou falir nunca! A não ser que eu coma tds os chocolates das prateleiras e eu não sou tão chocólatra assim. Na verdade, nem ligo para chocolates... Mas é sério: a loja tá sempre cheia. E em tds as ocasiões, o chocolate cai muito bem, obrigado como um presente: aniversários, natal, páscoa, dia das mães, dia dos namorados, dia dos pais, dia do mestre, dia das crianças, tds os dias... Ano passado, a loja que fica no shopping da Ilha estava de portas fechadas e totalmente vazia. As vendedoras sentadas sem nada para vender. E ainda faltavam 5 dias para o Natal. Quem sabe... planos para o futuro???? Garantir o pé de meia e ainda adoçar a vida!!!! uahaha... um dos benefícios do chocolate, dizem. depois que chocolate ganhou vida e virou ingrediente de shampoo, condicionador, cremes de beleza, batons, esmaltes, cera e até essência de perfumes. Imagine só. E, além dos benéficos óleos exóticos/eróticos aromatizados com o sabor dessa doce tentação.
Bom, chocolate pra que te quero... que venha a Páscoa. E com ela, o doce sabor do chocolate (q eu nem curto mto), mas sem coelhinho, rs.
14 de abril de 2011
Sem destino...
Acordei com vontade de inovar, de mudar, de fazer alguma coisa diferente ou de fazer a diferença. Minha vontade agora era pegar minha mala, jogar tudo que coubesse dentro, partir para uma viagem desconhecida. De carro, de avião, de navio, de trem ou bicicleta, não importa, a única coisa que precisaria me preocupar era com a disposição e o espírito de aventura. Desbravar continentes, conhecer cidades, interagir com pessoas, diversificar minha cultura pessoal. Fazer novos amigos, tirar 2.000 fotos, cometer tosquices de turista porque é perdoável rs, ficar encantada com um pôr do sol, uma praia, um belo jardim mais bonitos que os que eu costumo ver. Dar coisas belas para os meus olhos admirarem. Dar gás à minha vidinha meio parada e estagnada. O roteiro? Paris, Portugal, Espanha, Egito, Itália, Suíça, Grécia, China, Argentina, Hawai, Tailândia, Indonésia, África, Búzios, Petrópolis, BH ou o Nordeste Brasileiro... das montanhas geladas ao sol ardente do deserto pouco importa! Todos os lugares são novos para mim. Nunca estive lá. E mesmo que já tenha ido, iria novamente, com o maior prazer. Dizem que uma viagem nunca é igual a outra, né? Não sei; gostaria de comprovar, rs. gostaria de ir acompanhada, com maridão, amigos, ter com que dividir as experiências, mas sozinha também seria bom. ter momentos só com você mesma, se renovar! Sonhar não custa nada e todo sonho é passível de se realizar. Tomara! Por enquanto, a única viagem que posso fazer é na minha mente, antes de dormir, pensando... ou vendo um bom programa de viagens na TV, rs.
Ahhhhhhhhhhh, mas como seria bom!!!!!!!!!!!!
13 de abril de 2011
Odeio perguntas idiotas!
Está comprovado: cada dia mais tenho menos paciência! Tento não ser grossa e nem má educada, mas tem hora que não dá, né? Na correria do dia-a-dia às vezes passa despercebido esse tipo de coisa, mas como estou em casa de molho esses dias, tenho tempo de analisar e o que é pior, responder essa frases que bondosamente, digo que são mau elaboradas. Tô parecendo aquele personagem de algum tempo do Zorra Total, que dizia: pergunta idiota, tolerância zero!
Não vou conseguir aqui me recordar de todas as frases de tenho escutado ultimamente, mas algumas chegam a me irritar profundamente. E me pergunto: será que a lesma, anta ou qq bicho que s e encaixe na situação não pensa antes de falar? Que me desculpem os bichos, sem ofensas, mas eles são tidos como seres não pensantes. O que nos diferem deles. Pois somos animais que raciocinam. Mas, algumas pessoas vêm contradizendo essa afirmação ao fazer perguntas idiotas. E que muito provavelmente, elas mesmas não iriam responder se tivessem feitos as mesmas perguntas para elas. Não dá para entender!
Enfim... tem hora que é como eu digo: prefiro ficar calada! Não vou me manifestar sobre esse assunto! Prefiro não comentar... E para as pessoas que insistem em soltar certos disparates, pensem: se não tem nada a dizer, não digam nada. Sei que foi um filósofo que disse isso, mas não me recordo o nome. Mas, acredito que ele deva ser um sábio.
Gente, por favor, sejam delicados com ou ouvidos alheios e principalmente, não subestimem a inteligência humana...
Beijossssss
12 de abril de 2011
Droga de conjuntivite...
A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Pode atacar os dois olhos, durando de uma semana a quinze dias e não costuma deixar sequelas. Podem ser ocasionadas por fatores alérgicos, irritativos ou infecciosos e cada um deles necessita de tratamento específico. O olho torna-se vermelho, edematoso, lacrimejante, com sensação de corpo estranho, às vezes com secreção. A doença é relacionada aos hábitos de higiene dos indivíduos. Pode ocorrer também em animais.
Ninguém merece... estou com conjuntivite!
Depois de ver um monte de gente sofrendo dessa doença, eu peguei! Se eu já tive isso foi muito pequena e não lembro, recentemente, não. Ô coisa chata, incômoda. O olho dói, coça, incha, arranha. Quando a gente dorme, parece que o olho fica colado com super bonder, rs. Só conseguimos abrir depois de lavar. Parece que a gente acumula remelas por dias a fio. Que horror! E a cara? Fica deformada! Pareço um alien, rs, na melhor das hipóteses. Na pior, parece que entrei na porrada, legal. Pois meu olho está pequenininho, quase fechado.
Ai, para tentar não colocar a saúde das demais pessoas ao nosso redor em risco, colocamos óculos escuros. E é claro que se andarmos de óculos escuros dentro do mercado às 19h somos taxados de doidas, patricinhas, gente querendo aparecer e ainda somos obrigadas a ouvir: nossa, que sol, hein? Dá vontade de tirar os óculos na hora e deixar a coisa pegar em geral. E ainda rir depois. Gente mais sem noção. Óbvio que tem gente exibida por aí, mas está havendo um surto de conjuntivite. Será que não dá para passar pela mente da pessoa? Não, não dá! Pelo menos nos dias de hoje não somos colocados numa cela de isolamento por tempo indeterminado, rs.
Só consigo alívio quando lavo com soro ou faço compressas de água gelada. O que também ajuda a diminuir as bolsas inchadas dos olhos.
Disse o médico que isso leva de três a cinco dias para melhorar. Que tortura!!! Dita como uma doença tipicamente do verão, ela resolveu atacar no outono. E foi impiedosa!
Não vejo a hora disso passar, logo. Mal começou e já não aguento mais!
7 de abril de 2011
Ainda vale a pena acreditar na raça humana...
Hoje pela manhã, vi no noticiário o massacre que aconteceu numa escola municipal, em Realengo, zona oeste do Rio. O atirador teria entrado no colégio dizendo querer dar uma palestra e, como era ex-aluno, teve sua entrada permitida. Quando estava lá dentro, sacou duas armas e começou a atirar nas crianças presentes, sem dó nem piedade. A intenção, claramente era de matar, já que os tiros eram direcionados para a cabeça e o coração das vítimas. 11 crianças foram mortas e 13 foram feridas. 4 delas permanecem em estado grave. Após a chegada de um policial no colégio, o atirador se matou.
Uma história aterrorizante. Pelo fato de envolver crianças e pelo fato da intenção de matar do atirador. Por que uma escola? Por que ele simplesmente não saiu atirando pelas ruas da cidade? E por que não apenas acabou com a vida dele se era o que ele pretendia mas sem levar ninguém com ele? Mesmo com uma carta deixada pelo assassino que apresenta a intenção de matar e a premeditação de uma chacina, as perguntas ainda continuam sem resposta. Especula-se que o homicida teria HIV e sofria de problemas psicológicos. Mas, por que então estaria livre, leve e solto se apresentava riscos à sociedade? Mais uma pergunta para a qual não se tem resposta...
Mas o que emociona ainda é a reação das pessoas, envolvidas na situação, ligadas direta e indiretamente ao caso. Acostumados a conviver com a violência, a barbárie e a degradação humana, infelizmente, chegamos a nos acostumar com esses atos que não nos aterrorizam mais. Por falta do hábito, acabamos por banalizar os acontecimentos e já nem sentimos mais o peso das consequências deles. Nascemos, crescemos e somos educados para viver em eterno estado de alerta. Conforme o tempo vai passando, sentimos que nossas emoções, nossa sensibilidade vai ganhando uma casca dura mesmo que involuntária.
No trabalho do meu marido, segundo ele me contou, uma gráfica de livros espíritas, a comoção das pessoas chegou a tal ponto que fizeram 1 minuto de silencia em homenagem às vítimas da chacina e fizeram uma oração por elas. Pode parecer um ato que nada vai mudar a situação, mas a condescendência das pessoas com a história e o sentimento das famílias, professores e alunos envolvidos mostra que ainda podemos e devemos acreditar na humanidade. Ainda resta uma esperança para uma sociedade desesperançosa de mudanças. Ainda restam bons sentimentos naquelas pessoas que diariamente convivem com os maus sentimentos e o lado ruim da marginalidade, dos crimes e da impunidade. Vale a pena apostar na solidariedade. Nesse momento, percebi que independente de religião, lá no seu íntimo, muitas pessoas sentidas deveriam estar fazendo o mesmo. E eu, o que eu estava fazendo naquela hora. Correndo, como de costume, fazendo meu trabalho, ou seja, levando minha vidinha como se o que tivesse acontecido fosse nada porque em nada iria afetar minha vida. “A vida não para...” é o que todos nós pensamos. E não vai parar mesmo, se a gente parar 1 segundo que seja para pensar no próximo. Não, não fiquei indiferente a situação. Minha revolta era tanta que estava desejando até que a família inteira desse homicida fosse morta também, para só assim, tentar fazer alguma ponta de justiça para aqueles que perderam seus filhos ou entes queridos. Não é algo que iria amenizar a dor, nem justiçar o que já havia sido feito, mas apenas pela certeza de que alguém tem que pagar pelo que ele fez ou permitiu que ele fizesse. Mas e eu? O que pessoalmente eu fiz ou contribui para a corrente de fé, esperança, paz e lamentos? Nada! Eu senti, mas não reagi. Assim, como todos os dias quando abro as páginas do jornal, assisto à televisão ou ouço uma conversa que fala de tiroteio e mortes, assalto e mortes, acidentes e mortes, impaciência e morte, sem explicações e morte. Tudo envolve morte e passei a lidar melhor com a morte do que com a vida. Que vergonha! Que humilhação! Que deturpação de valores! E sei que mais gente integra essa minha atitude. Somos errados. Mas as circunstâncias acabaram nos deixando assim. Mas essa simples atitude que não passou de 5 minutos hoje, vinda de pessoas estranhas, me levou a um momento de reflexão e perceber que temos é que tentar nos manter ilesos das adversidades que dia após dia vem confrontar e mexer com nossos valores e atitudes. Sermos mais nós mesmos, mesmo que isso nos cause uma sensação de repetição. A indignação constante faz com que a gente não se esqueça do que é certo e do que nós podemos realmente tolerar.
Vergonha de mim... e orgulhosa de muita gente!
6 de abril de 2011
O entardecer das sensações...
O cair da tarde, com o sol avermelhado se escondendo entre os prédios arranha-céus da cidade denuncia que o verão já se foi. O céu, rajado de azul, rosa e vermelho anuncia o início da estação mais charmosa do ano: o outono.
As cores parecem que perderam sua intensidade para dar lugar a tons mais foscos. O sol, já não tem o brilho majestoso da estação anterior. As pessoas, deixam a vibração exacerbada de lado para dar espaço para um ar mais enrustido, introspectivo, digno da estação que particularmente me provoca muitas sensações e pensamentos, principalmente de saudosismo.
Enfim, na volta para casa, já sentindo a brisa fresca bater no rosto, vendo as folhas das árvores agregar novas cores, fico apreciando o pôr-do-sol. O entardecer nessa época do ano é uma das coisas que mais me encanta. Parece que emana algum tipo de magia e eu fico imersa nela e em mim. Cada lugarzinho da cidade vai ganhando um cheiro, um sabor, se amarrando a uma lembrança e perdida nelas, chego até em casa.
Lá, sento-me na minha micro varandinha, mas que tenho uma visão muito boa de grande parte do céu, fico ali, recostada, apenas a olhar. Olhar e lembrar... É uma visão hipnotizante! O cair da noite chega rápido então, esses instantes da transição do sol para a lua e de sensação que na verdade não sei explicar, dura apenas alguns minutos.
Dizem os fotógrafos que esse instante não se consegue capturar em mais de um clique, e rápido. Os poetas dizem que a aura desse momento é difícil de ser percebida e fácil de ser sentida. Os casais apaixonados sentem um calor e uma intensidade maior quando contemplados por esse momento. Que passa, como num piscar de olhos.
Foi o tempo de um suspiro, de alguns segundos a mais numa lembrança, do calor gostoso da saudade, de uma respiração mais rápida e um olhar se encher d'água e pronto... acabou. Agora, só amanhã! E eu ainda fico com essas sensações por mais alguns instantes dentro de mim. Com ar de satisfeita... entro em casa e vou rumo à meus afazeres de sempre... e a vida segue.
5 de abril de 2011
Coisas que não são eternas...
Diz o ditado: " a gente só dá valor quando perde...". É verdade!
Não digo aqui somente bens materiais ou pessoas, mas falo, especificamente, da torta de banana da minha avó. Como eu a tinha sempre para fazer, nunca me dei ao trabalho de querer aprender. Além do fato de acreditar que a torta tinha um sabor especial toda vez que eu chegava em casa e era surpreendida com ela, dentro de um refratário, reluzindo na geladeira. Poderia ser uma coisa boba, banal, uma comida do cotidiano, mas ela sempre fazia essa torta para mim em algumas datas e sempre que queria me agraciar.
Hoje, não há nada na culinária dela de que eu sinta mais falta... e olha que é difícil, pois ela era uma cozinheira de mão cheia. Mas, como eu adoro banana e não tenho costume de comer doces, era uma das raras sobremesas que caía dentro. Temos que saber aproveitar ao máximo as coisas quando elas ainda existem. Pois em algum momento, elas deixarão de existir.
2 de abril de 2011
1 de abril de 2011
1° de abril: dia da mentira!
Quando somos crianças ou até mesmo adolescentes adoramos este dia porque passamos todo ele tentando pregar peças nos outros. Algumas colam e outras não. Brincadeira idiota de criança, mas que é saudável e ajuda a sustentar as crendices populares. Hoje em dia, pode até acontecer nas escolas para a criançada, mas os adultos, em sua maioria, debandaram da brincadeira. Poucos, ainda a fazem em escritórios e tal. Mas grande parte ou esquece da data ou deixa pra lá achando que é uma tremenda bobagem e perde a chance de dar boas risadas nem que seja por alguns segundos. Enfim... cada um com seu cada qual.
A fatura do meu cartão de crédito chegou bem na hora que eu estava fazendo esse post... e o valor dela, não era mentira... PUTZ!
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