23 de outubro de 2015

Natureza e paz!


Daria tudo para estar num lugar assim hoje, desfrutando da natureza e da paz!



Quem cala nem sempre consente!


Diante de tanta coisa que se ouve, que se vê, fica difícil travar batalhas diárias e em vão. Muitas vezes, não vale a pena! Prefiro ficar com a minha paz do que com um desgaste por nada. Não é fácil deixar pra lá ou ignorar em alguns casos, mas hoje privilegio o que me faz bem. "Se todos soubessem o peso das palavras, dariam mais valor ao silêncio!"



Aprendendo a perceber a hora de falar e a hora de calar...


Aprendendo a perceber a hora de falar e a hora de calar... Uma é tão importante quanto a outra e compreender a necessidade e o momento ideal para cada uma é sabedoria. Que muitas vezes a gente só adquire falando na hora de calar e calando na hora de falar. Exercício também para o bom senso em aprender tanto como falar, tanto como ouvir, tanto como saber silenciar ou se contentar com o silêncio. Exercício bom para se colocar no lugar do outro também, mudando de emissor para receptor e vice e versa. Enfim, em toda ação além de uma reação, a gente sempre tem a oportunidade de experimentar os dois lados da moeda. Podemos ser tanto ouvintes como falantes, silenciosos ou barulhentos, sermos aprendiz ou simplesmente soberbos em nossa arrogâncias de acharmos ser os donos da razão. Com uma palavra ou a ausência dela podemos construir um problema ou acharmos uma solução.


22 de outubro de 2015

Aprenda...


Para a gente pode não fazer sentido, mas pra Ele faz e sempre tem uma razão para tudo!



21 de outubro de 2015

Somos quem podemos ser...


Nós somos o que somos porque somos o resultado de um conjunto de sentimentos e ações ao longo de nossas vidas. Quem conhecemos, aonde fomos, o que vestimos, comemos, ouvimos e lemos ajudam a formar não só nossa personalidade mas o nosso caráter. Ninguém é o que é da noite pro dia. Muitas vezes, somos o resultado de muitas transformações derivadas de aprendizado, dificuldades, de muitas cabeçadas e erros. Muitas vezes, somos o que somos porque não conseguimos abandonar a nossa essência, apesar de conseguirmos nos adaptar há muitas situações e mudar em certos aspectos. Nenhuma mudança externa é capaz de sobrepôr a interna. E nenhuma mudança é tão certa quanto aquela que fazemos por nós mesmos e não pelos mundo! Aprendi a me orgulhar de ser mais eu, de minhas conquistas e de minhas vitórias. A gente perde muito tentando acertar, mas a gente ganha muito errando também, nem que seja experiência, para melhorar, para não repetir, para aceitar!

Fê Miceli


17 de outubro de 2015

Trem da Vida!



A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.

Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco : nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível... mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem.

Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.

Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem somente tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante o trajeto, atravessemos com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles... só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas... porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre, que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.

O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.

Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades ... acredito que sim. Me separar de alguns amigos que fiz nele será, no mínimo dolorido. Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos, com certeza será muito triste, mas me agarro na esperança que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram... e o que vai me deixar feliz, será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranquila, que tenha valido a pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.

Por Silvana Duboc




12 de outubro de 2015

Não tenham pressa de crescer, crianças




Se eu puder dar um conselho às crianças de hoje diria: Não tenham pressa em crescer. Ser gente grande. Aproveitem ao máximo a facilidade de poder sentir a vida acontecer sem maiores complicações. Aproveitem a curiosidade que os guiam para experimentar tudo que tiverem vontade, e saibam tirar os ensinamentos que todas as escolhas erradas vão proporcionar.

Mas não se esqueçam de que é preciso correr riscos para saber o que de fato vale a pena. Não perca a essência espontânea que abraça mundos e causas sem porquês.  Um dia mais tarde vai precisar da mesma desenvoltura e entusiasmo para lidar com os problemas de gente grande.

Não apostem corrida com o tempo, aproveitem as fases com vontade e usufruam de suas permissões.  Rabisquem sonhos coloridos e não tenham receio de se sujar.  Pisem descalços na grama e dancem na chuva sem se preocupar com resfriados. E o mais importante: descompliquem.

Se der vontade de chorar, chorem. Se a saudade calejar, procurem. Se a vontade de dizer o quanto se importam aparecer, digam em alto e bom tom. Quando a gente cresce temos o costumo bobo de ter vergonha de viver na íntegra o que nos faz feliz.

"Fala-se tanto da necessidade de deixarmos um mundo melhor para os nossos filhos, mas não esquecemos da obrigação de deixar filhos melhores para o mundo".




Ensinemos nossos filhos sobre regras e normas, sobre certo e errado, sobre como conviver em sociedade, a agir cumprindo com seu papel como indivíduo, cidadão. 

Ensinemos nossos filhos a respeitar, a amar ao próximo, a ser solidário, generoso, ter caráter e princípios, ser honrado, de boa índole. 

Ensinemos nossos filhos principalmente e não perder a alegria de viver, o sorriso nos labios, o brilho no olhar, não deixar de sonhar e de cultivar e essência infantil genuína dentro de si. 

Ensinemos nossos filhos que é possível crescer sem enrigecer a alma, sem endurecer o coração e sem perder a magia na mente que torna tudo mais fácil e leve de ser siportado. 

Pois um vez eu li em algum lugar que " uma infância feliz é o maior bem que os país podem dar aos filhos." Além de ser na infância que começam os ensinamentos básicos primordiais, a maneira como ela é conduzida é que vai ditar que tipo de adultos as crianças se tornaram.

9 de outubro de 2015

Tudo nos prepara...


Não há fraqueza na derrota. 
Perder uma batalha muitas vezes pode significar uma preparação maior para vencer a guerra... 
Bom dia!



6 de outubro de 2015

Desculpa mundo se eu não correspondo às suas expectativas...


Porque esta manhã eu li a frase: "A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos." Não poderia ser mais certeiro e atual na minha vida. Pois às vezes nos acontecem coisas que nos tiram do eixo, que sacodem até a nossa alma, nos deixa faltando o ar, o chão, mas no fim o que tem que ser acaba sendo e as coisas se ajeitam, mesmo que não voltem a ocupar o mesmo lugar de antes dentro do cômodo onde estavam.

Recentemente passei por maus momentos na minha vida. Não vou entrar no mérito dos porquês todos, mas ficou tudo muito conturbado. Começou com algumas questões com o meu marido e que obviamente não iriam não me afetar. E, depois que começou o terremoto, um a um, pilar por pilar da minha vida (e que estavam muito bem, obrigada, diga-se de passagem) foi ruindo. Aquele momento tenso onde você se vê perdida até dentro de você. Onde muitas certezas e convicções pareciam ter sido arrancadas a força. Primeiro o baque inicial, depois ir se acostumando com as novas situações, terceiro aprender a lidar com o novo e se achar dentro dele. Tudo foi um processo, lento e doloroso, mas que tinha luz no fim do túnel. 

E a tempestade passou e o sol voltou a brilhar e na hora de arrumar a casa, nem tudo voltou ao seu lugar de origem, mas estava tudo lá. E eu fiquei bem com a nova arrumação, disposição dos móveis (lê-se sentimentos e ações). Mas parece que quem à minha casa chega se sente incomodado com a nova arrumação. Procuram pela disposição antiga das coisas e não ficam a vontade para tentar olhar com um novo olhar a nova arrumação. Não se querem nem dar chance para ver se se acostumam, já vão dizendo logo que "do jeito antigo tava melhor". Okay! Mas, quem deveriam ficar satisfeita não seria eu que moro na casa e lido com a organização dela todo santo dia? E se caso eu esteja pra lá de satisfeita... quem liga?

Pois é, na vida é mais ou menos assim. As pessoas não se dão por satisfeitas em ficarem feliz por você estar feliz, seja lá de que jeito for. Elas tem que te colocar dentro de padrões mil delas. "Não, você só pode ser feliz se você for a. b. c. e fizer x. y. z". Mas nem todo mundo obedece a essas regras e normas, porque nem todo mundo precisa delas. E muitas vezes, a maneira como tudo está pode não estar de acordo com o conceito alheio, mas está maravilhosamente perfeito para quem está vivendo a situação. E olha que não se trata só de "achar que o modo como se vive não é bom". Simplesmente muita gente tem dificuldade em aceitar outra coisa senão aquela que elas consideram "certa". Só que o certo e o errado, o bom e o ruim é muito subjetivo, relativo. O que é para uma pessoa pode não ser para outra. Dependendo da situação, vão ter contextos diferentes. Mas em todas as questões, deve-se levar em conta como as pessoas em questão, envolvidas diretamente estão se sentindo com suas vidas, com os acontecimentos nelas, com a disposição dos móveis dentro de suas casas. Não só chateia em vez da pessoa dizer nem que seja um "legal" já que não sai o "fico feliz por você" vir não só com um milhão de perguntas mas destilando seus achismos do que ela julga que seria melhor pra você. E os "mas", "porém", "talvez", "por que" não cessam por mais respostas convincentes que se dê.

Respeitando a veia familiar, de amizade, de convivência, amorosa, o mundo tem todo o direito de achar que a maneira como vivemos não é a ideal, nem para nós e nem para ninguém, mas nós, os julgados, também temos o direito de não concordar com tais pontos de vista e de continuar a fazer o que julgamos estarmos fazendo o melhor, da melhor maneira para nós. E se amanhã não tiver sido o melhor, a gente começa de novo, do zero. Arrumar a casa é o de menos, quando se tem uma casa. Entendeu? Rs. Não sei se consegui me explicar bem dentro desta analogia, mas é mais ou menos assim. Chateia e magoa principalmente quando vem das pessoas mais próximas da gente, porque por mais preocupação que tenha envolvida, acabam não tendo a sensibilidade de entender e respeitar as escolhas alheias. Muitas vezes a gente só quer que fiquem feliz por estarmos felizes. Simples assim! Que importa o quem, quando, como, onde e porque? A isso cabe apenas as pessoas envolvidas na situação questionar. Desde que não aja infringindo valores morais e éticos, cada um então tem direito a agir como quiser. Para o seu próprio bem, lembrando mais uma vez. 

Hoje eu aprendi a me entender, a me aceitar, a me respeitar, e as minhas escolhas, minha história, quem sou. E ficaria muita feliz se conseguissem ver isso tão bem como eu vejo. Ver principalmente que um momento não descreve uma vida, uma pessoa. Quantos momentos todos nós tivemos e ainda vamos ter? Mas a gente cai, porém levanta. Se machuca, mas também se fortalece. A gente tateia no escuro, mas aprende bastante, cresce, amadurece, evolui e segue caminhando mais confiante, mesmo sabendo que terão trechos escuros. Literalmente vivendo e aprendendo. Tenham certeza de uma coisa: a gente pode não saber o que quer, mas todo mundo sabe perfeitamente o que não quer. Portanto, se a preocupação geral é de dar errado, ficarmos mal, quebrarmos a cara, fiquem despreocupados, se estamos seguindo na jornada é porque ela está de acordo para nós. Se estivesse desconfortável não continuaríamos. E no mais, quem tem garantia de alguma coisa nessa vida? Tudo está em constante transformação. Até nós! O que a gente pensa, sente, gosta e quer hoje pode ser totalmente diferente amanhã. Dá medo não ter garantias, mas não tem jeito. Ou vive-se sem elas ou não se vive. E no mais, todos estão vendo que estou bem, feliz, satisfeita, realizada, de bem com a vida, disposta, sendo amada, amando, agradecendo pelo que tenho e deixando de e queixar pelo que não tenho, procurando evoluir espiritualmente e como pessoa... quer melhor prova do que essa, do que os olhos podem ver?

Então, humildemente peço desculpas, pois se ofendi com a minha indiferença às opiniões na minha vida, não foi minha intenção. Mas as minhas ações, minhas falas, meus sentimentos tem que estar de acordo principalmente comigo e com o que eu quero para mim. Depois eu me preocupo se estou dentro da padronagem mundial e do que os achismos alheios acham que sabem o que é melhor. No momento eu tô me importando em estar bem, comigo, com a vida. Portanto, não venham me tolir, me censurar, me questionar, por favor não venham! Não quero lhes faltar com respeito. Só que hoje eu me respeito muito mais e me importo muito mais em estar fazendo o que seja bom e certo pra mim, obrigada! Me importa estar bem hoje e ter alguma pouca garantia de alguma coisa amanhã já é suficiente. Não sou autossuficiente e nem egocêntrica, estou apenas me priorizando mais e me privando do que não me acrescenta e só me detona. Já dizia minha vó que se conselho fosse bom a gente não dava, vendia. Exato! E poucas pessoas tem permissão para aconselhar e palpitar na minha vida, mesmo sem eu solicitar. E todas elas entendem o significado da palavra "respeitar", principalmente as escolhas numa vida que não é a delas. Foi mal aí, uma hora eu canso de ser rebelde mas por enquanto, tô mais interessada em aproveitar tudo que me é oferecido do que perder tento tentando achar as respostas para tantos porquês na vida... Às vezes é necessário apertar o F..., descartar o que não é necessário, aprender a ignorar muita coisa que bate à porta se quer viver bem e feliz.  

Desculpe o transtorno, estamos em obras para melhor atender você!



1 de outubro de 2015

O tempo



Que a gente se livre dos pensamentos ruins,
Das escolhas erradas,
Das feridas que não fecham,
Das pessoas amargas e dos tormentos da alma