23 de dezembro de 2012

Vida que segue



A verdade é que a gente precisa de algumas falsas amizades e alguns falsos amores para aprender a selecionar melhor as pessoas que entram (e as que merecem ficar) em nossa vida. Se não fossem as vezes em que chamei alguém
 de "amigo" e quebrei a cara, talvez eu não valorizasse as poucas e boas amizades que tenho. Aliás, se não fosse isso, talvez eu ainda cometeria o erro de priorizar um círculo enorme de amigos, quando o que importa mesmo é aquela minoria que a gente pode contar a qualquer hora, e não só nos momentos de sorrisos. Seguindo a mesma linha de raciocínio, se não fossem as vezes em que chamei alguém de amor e me decepcionei, talvez eu não entendesse que "te amo" não é algo que se diga para qualquer um ou por uma admiração qualquer, e sim quando a gente sente e sabe que vale a pena sentir.



Um comentário:

Cris Medeiros disse...

E também quanto mais a gente quebra a cara, mais precavido vamos ficando, tem esse lado bom.. rs

Beijocas e um feliz natal pra ti.